sexta-feira, 13 de março de 2015

CONSIDERADA EM REDE SOCIAL CORPORATIVA CONECTA, COMO COLABORADA INFLUENTE! ( MARÇO 2015!)

MUITO FELIZ!!!! Sabem o motivo? A Universidade Estácio de Sá possui uma rede social corporativa: "Conecta-Colaboradores Colaborando". Por lá, nos comunicamos com colegas de todo o Brasil. Conhecemos os trabalhos das outras unidades, disseminamos nossas informações, mostramos os trabalhos e resultados da Pedagogia (Campos dos Goytacazes). No Conecta, também, temos linha direta com toda a Diretoria... O Presidente comenta sua postagem, responde sua dúvida... E por aí vai! Fui considerada uma das pessoas mais influentes desta rede social !!! Gosto do ramo da comunicação (está no sangue!). Mas, acima de tudo, gosto do que faço e tenho orgulho de fazer parte de uma equipe forte e alegre que faz acontecer, cotidianamente, a Pedagogia nesta região!



PUBLICAÇÃO NA REVISTA PARTICULAR - MARÇO 2015

Pois é, amigos! Muito feliz!!! Mais uma publicação de sucesso! Faço parte do time de Professores que escreveram para a Revista Particular e tiveram os seus textos publicados!! Neste texto realizo uma reflexão sobre a formação dos Professores para atuação na primeira etapa da educação básica brasileira: Educação Infantil.


terça-feira, 10 de março de 2015

Vai passar! Será? Algumas palavras sobre o Bullying escolar.

Todo início de ano letivo vivenciamos velhos problemas nas redes públicas e privadas do nosso país. A indisciplina, a fragilidade das propostas pedagógicas, falta de professores, a falta disso e daquilo trazem um tom desafiador para todos que vivem desta profissão. Porém, no mundo das relações, nada tão preocupante, quanto os episódios de indisciplina e violência ocorridos no interior da escola. Demostrando comportamento agressivo, que por vezes são manifestados verbalmente, como também, com gestos, socos, ponta pés, puxões de cabelo, dentre outras aberrações do gênero, o bullying (termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica praticadas por alguém contra outra pessoa.) se manifesta nas salas de aula, nos pátios e nas quadras das diferentes instituições escolares. Neste contexto, vemos crianças contra crianças, professores contra alunos, alunos contra professores, pais contra professores e por aí vai. A violência ganhou proporções consideráveis nos últimos anos, podemos evidenciar situações sociais diversas, onde destacamos as desigualdades sociais, a falta de aceitação dos novos arranjos familiares, a inversão de valores e falta de tolerância com o diferente de nós. Na escola podemos somar à estas questões, os modelos disciplinares ultrapassados, individualistas e manipuladores que muitos reproduzem no seu cotidiano. Diante de tais constatações o Bullying tornou-se uma forma de violência comum e por vezes, de forma errada, aceitável, dentro das escolas. Mesmo sabendo que é errado, ainda vemos apelidos vexatórios, piadas constrangedoras e ações que conflitam com o papel formador e transformador que a escola deveria exercer na sociedade. Estas manifestações de violência que ocorrem no interior das escolas precisam ser tratadas e banidas do nosso convívio. As  instituições escolares precisam ser vistas e repensadas como espaços coletivos onde habilidades e ações educativas positivas ganhem vez e voz! Escolas são espaços para crescimento cognitivo, afetivo e também relacional. Partindo desta premissa, existem várias frentes que precisam ser abertas e fortalecidas e destacamos algumas: Formação continuada para os profissionais da educação, a aceitação e co-participação positiva das diferentes famílias, desenvolvimento de projetos sociais que envolvam os diferentes atores sociais da instituição com a comunidade, além da gestão escolar consciente e democrática. Na atualidade o Bullying é crime, desta forma precisa ser, também, combatido com conscientização legal e com aplicação de punições possíveis. Vai passar! Será? Só o tempo, a mudança nas relações, o conhecimento, a aplicação das leis e a forma de cada um pensar e agir na sociedade poderão nos levar aos novos tempos!


PUBLICAÇÃO NA REVISTA EDUCAÇÃO INFANTIL- MARÇO 2015

MUITO FELIZ!!!! Viva! Mais uma publicação acadêmica(março, 2015)!!!!! Fui desafiada a escrever sobre um educador que tenha influenciado minha identidade profissional. Tarefa executada com muita alegria!!! Foi uma maravilha revisitar a vida e a obra de Célestin Freinet e ainda contar como ele está presente no meu saber fazer docente! Beijos!!!!

sábado, 7 de março de 2015

FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER!





ESSA VERDADE PRECISA SER DITA E DEBATIDA: Em pleno século 21 ainda vemos preconceitos contra as mulheres, seja em nações extremistas, em comunidades isoladas ou na selva de pedra. A mulher ainda é discriminada, no serviço, na igreja e muitas vezes, em casa onde isso acontece de forma silenciosa e cruel. Também percebemos que aos poucos esse quadro vem mudando, mulheres estão conquistando seu lugar na sociedade, acreditando em seu potencial e acreditamos que um dia todos viveremos num mundo de igualdades entre os gêneros ou seria respeito às diferenças? FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER! Beijinhos!



terça-feira, 3 de março de 2015

UM OLHAR SOBRE O PENSAR E O FAZER DOCENTE NA UNIVERSIDADE.

O ensino pós-modernidade vive grandes revoluções. Os caminhos das ciências também foram modificados e novas formas de lidar com as teorizações apareceram. São novas linguagens e possibilidades que nos obrigam a repensar práticas pedagógicas da educação infantil ao ensino superior. E se por um lado percebemos a que novas técnicas e tecnologias assumem um papel de destaque, por outro, percebe-se uma crise que se traduz na ruptura do modo de agir no cotidiano de muitas pessoas e ainda na necessidade de respeitar a diversidade, as diferenças, nas heterogeneidades e as desigualdades de oportunidades. Neste contexto, compreender os processos educacionais seja dos sistemas de ensino, seja nas escolas ou nas salas de aula constituem desafios constantes para qualquer estudioso da educação. No que tange a educação escolar nas salas de aula trata-se de perceber que todos os acontecimentos atuais afetam sua dinâmica de inúmeras formas. Observa-se no cotidiano universitário, que muitos professores repetem práticas ao longo dos anos e esquecem de rever suas estratégias de ensino. Dão pouca importância à didática e a prática reflexiva. Soma-se a isso, a entrada nesse mercado de profissionais que, por vezes, desconhecem os diferentes modos de ensinar e aprender. São altamente competentes no saber específico de suas disciplinas ou profissionais de excelência em sua área, mas que não possuem formação pedagógica e também não percebem sua importância no meio acadêmico. É mister que estes profissionais voltem a estudar e buscar uma formação pedagógica de qualidade. Com base em diversas teorias é importante frisar que a docência universitária precisa ser vista de forma abrangente e ser percebida como uma prática complexa que exige leituras culturais, políticas e pedagógicas respeitando os contextos vividos, os sujeitos envolvidos e os objetivos do ensino. É preciso considerar ainda que para trabalhar na docência superior, nestes novos tempos, não basta saber sobre o conteúdo. Trata-se de buscar envolver os alunos no mundo da pesquisa, da descoberta, da atividade de campo, das partilhas e disseminação dos saberes com a comunidade educativa. Entender que conteúdos são diferentes e precisam ser ensinados de forma diferentes. Assim, conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais estabelecem diferentes possibilidades de interações com os estudantes. Une-se a isso a necessidade ensinar como estudar, como aprender, como questionar, como lidar com o outro e com os limites e possibilidades de cada um.  De forma prática, ensinar na universidade vai requerer do professor desejo de (re)aprender. Buscar novas práticas, novas ações que o remetam a novas reflexões e, por conseguinte outras ações. Num processo dialético de busca, procura e aprendizagens. Finalizando, cabe a ideia do inacabado, do imperfeito e da procura atenta e sincera pela transformação. Para além dos limites que nos impedem existe a possibilidade de mudança impulsionada pelo desejo, pela vontade e acima de tudo pela necessidade de fazer diferente neste universo de constantes transformações. Mudar é possível e fortalece a esperança de uma educação de qualidade, de alma, de conhecimento e diferentes ações. 

          Denise Tinoco (Pedagoga e Professora Universitária)
                       Texto publicado no Jornal Folha da Manhã/Caderno Dois em 10 de setembro de 2014